A Evolução de… Total War
Total War: Shogun 2 chegou hoje, por isso… que tal o Darwin is a Pixel recordar esta brilhante série?![]()
A série Total War pode-se gabar de ser das poucas séries de estratégia que tem conseguido manter quase sempre elevados níveis de qualidade que se reflectem sempre em boas recepções críticas e vendas muito boas para um exclusivo PC, dum género não muito popular.
Shogun: Total War [2000]
Hoje em dia pode não parecer, mas Shogun: Total War foi uma enorme lufada de ar fresco na altura em que saiu. Não eram habituais jogos de estratégia que se focavam em batalhas tácticas semi-realistas e sem gestão de recursos. Shogun acertou em cheio num nicho que se sentia um pouco órfão e ganhou logo aí uma forte legião de fãs. Falei um pouquinho dele aqui.
Medieval: Total War [2002]
Medieval: Total War pegou na formula de Shogun e substituiu o Japão feudal pela Europa das cruzadas. A escala era obviamente maior, em todos os aspectos. Os mapas eram maiores e o numero de unidades suplantavam os de Shogun.
Rome: Total War [2004]
Rome: Total War foi o apogeu da série, um jogo quase perfeito e o primeiro Total War a correr totalmente em 3D. Pela primeira vez todos os soldados eram renderizados em 3D ao contrário dos sprites dos anteriores jogos. Também o mapa de campanha passou a ser em 3D, terminando com o sistema de tabuleiro à lá Risco das prequelas.
Medieval II: Total War [2006]
A primeira sequela numeral dum Total War, Medieval II é um remake do primeiro Medieval mas a correr no motor de jogo de Rome. Bom jogo, teve a infelicidade de vir a seguir ao Rome. Começaram aqui os problemas crónicos de IA que a série vem sofrendo, em especial no mapa de campanha.
Empire: Total War [2009]
Primeiro Total War moderno, baseado em guerras centradas em armas de fogo e não no combate corpo-a-corpo. Obrigou a uma mudança de 180º na forma como se desenrolam as batalhas. Saiu com uma praga de bugs, felizmente corrigidos ao longo do tempo, no entanto ficou a má fama. Possivelmente a maior novidade foi a inclusão de batalhas navais. A minha crítica aqui.
Napoleon: Total War [2010]
Todos os Total War tiveram uma expansão, à excepção de Empire, e não teve porque ela foi transformada em jogo completo. Napoleon. Total War saiu apenas um ano depois de Empire porque é basicamente uma expansão vendida a full price. O foco está precisamente nas campanhas do Napoleão. Ao contrário de Empire, foi lançado sem grandes bugs, algo muito importante para recuperar a reputação que começava a assolar a Creative Assembly.
Total War: Shogun II [2011]
Mais uma sequela numeral e remake, agora do jogo de estreia, Shogun. Desta vez decidiram mudar a nomenclatura da série, em vez de Shogun II: Total War, passou a chamar-se Total War: Shogun II. O que mais salta à vista são os visuais e direcção artística muito inspirada na arte medieval japonesa. Os gráficos parecem um quadro a óleo. Surpreendentemente o jogo saiu bastante polido sem grandes bugs.















O melhor de todos é o medieval 2. Eles deveriam ter feito o medieval 3 invés de faserem o shogun 2