Robert Holmes

Hoje arranca uma nova secção aqui no PixelHunt, intitulada de Pixel Sound. Basicamente será um espaço onde falarei de algumas músicas e/ou compositores de videojogos que merecem ser destacados.

E para dar o pontapé de saída nada melhor que o meu compositor favorito, Robert Holmes, criador das bandas sonoras da brilhante série Gabriel Knight.

Já devem ter reparado que sou fã dos Gabriel Knight e da Jane Jensen, mas sou igualmente um apreciador do trabalho do seu marido, Robert Holmes. A parceria deles é na minha opinião uma das mais frutíferas e bem sucedidas da industria (para além de ser giro que sejam casados e se tenham conhecido na Sierra durante a golden age) e que irá ter um novo capitulo este Outubro com o lançamento de Gray Matter onde voltam a trabalhar juntos. Para além da habitual composição musical, Robert Holmes também dará o seu contributo através da sua banda (cuja vocalista é a sua filha) os Scarlet Furies que vão contribuir para a banda sonora do jogo.

Embora o trabalho do Robert tenha sido muito bom nos dois primeiros Gabriel Knight (especialmente no segundo onde ajudou a compor parte duma opera), a meu ver foi no terceiro jogo que o ambiente muito próprio que ele transmite nas suas composições atingiu um patamar de excelência, e ajudou imenso na imersão que juntamente com a escrita da Jane e o voice acting do elenco tão bem caracteriza o Gabriel Knight 3.

Gabriel Knight: Sins of the Fathers
Escolho claro a musica mais reconhecida do jogo (e que continuou no resto da série). Acho que é a que melhor exemplifica o estilo musical do Robert. Esta musica é Gabriel Knight.

The Beast Within: A Gabriel Knight Mistery
Para o segundo jogo escolhi a “Grace’s Dream“. É tão atmosférica e tem um sentimento de aflição e desespero que espelha bem o pesadelo da Grace.

E claro o ponto alto, que é a opera, escrita e composta especialmente para o jogo

Gabriel Knight 3: Blood of the Sacred, blood of the Damned
Neste terceiro jogo, Robert trabalhou ao lado de David Henry. Começo pela musica introdutória que dá o mote para o resto do jogo:

E termino no apaixonante e intenso “Nocturne“:

Gray Matter
Robert regressou anos mais tarde com Gray Matter. Como jogo da Jane Jensen que é, vive muito à base da atmosfera, e a sua música é uma parte preponderante. Ainda para mais alguns dos temas foram compostos pela sua banda, os Scarlet Furies

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