A View to a Kill – Alvo em Movimento [1985]

E chegamos ao último 007 do Roger Moore. Praise the lord!

Há duas coisas que salvam o filme do desastre e seca totais, a canção dos Duran Duran e o grande Christopher Walken, tudo o resto é bastante medíocre. Curiosamente achei a parte final melhor que a inicial, algo raro nos 007 que tenho visto. Normalmente gosto mais da parte de investigação do que do clímax, mas aqui foi uma tremenda seca. O final acaba por ser divertido de tão outlandish e over the top que foi.

O Roger Moore… com os seus 60 anos mostra que há muito deveria ter sido substituído, e tal como o Sean Connery despede-se do papel de James Bond com o seu pior desempenho. Bond girls… a Grace Jones foi obviamente mal escolhida, mas na altura estava na moda, a lourinha entra no grupo das bond girls burras, incapazes e uni-dimensionais. O vilão é o Walken, ele tem o nome mais genérico que um vilão louco pode ter, Zorin 😀 e acaba por transmitir algum do seu carisma, claro que basta 1% do seu carisma para ofuscar todo o elenco do filme. Ele tem também o plano diabólico mais louco e impraticável de todos os tempos 😀

A seguir vem um dos meus 007 favoritos (se bem que já não o vejo há uns anos) o The Living Daylights, e finalmente um novo Bond! Timothy Dalton.

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