Top 007

Ora bem, agora que finalmente terminei a maratona Bond nada melhor que fazer um top do melhor e pior dos diferentes aspectos do filme. Para fazer jus ao código do agente britânico este será um top 7 (à excepção das categorias em que isso não seja possível).


O melhor filme

Como certamente tèm vindo a perceber, o que gosto num filme Bond é acima de tudo a parte da espionagem, investigação e desenvolvimento das personagens, nem tanto as cenas acção que muitas vezes me fizeram bocejar. A minha época favorita é a década de 60 e a que menos gostei foi claramente a seguinte com os filmes do Roger Moore.

1- Casino Royale – Eu adorei a era Connery e grande parte do top está preenchido pelos seus filmes, mas o Casino Royale a meu ver consegue estar uns furos acima. É tão diferente da formula típica da série, mas curiosamente consegue ter um feel muito próximo dos primeiros filmes.

2- From Russia With Love – Ordem para matar É o meu filme favorito do Sean Connery e para além de ser um bom filme Bond, é também um excelente filme de espionagem. É o melhor filme a representar os jogos de poder de espionagem durante o pico da guerra fria.

3- Dr. No – O Agente secreto Foi o primeiro filme e isso vê-se bem, é bastante nu e cru, e em muitos aspectos é notório que ainda estavam a experimentar e a descobrir o que funcionava ou não. Está carregado de cenas míticas e a meu ver é um dos filmes mais inocentes e ingénuos da saga e isso tem o seu charme.

4- Goldfinger – 007 contra GoldfingerÉ um filme que marcou definitivamente uma fronteira na saga, ao mesmo tempo que catapultou o 007 para a ribalta mundial e ganhou um lugar na cultura popular, abriu também as portas para o lado menos sério e mais leve das décadas posteriores.

5- On Her Majesty’s Secret Service – Ao serviço de Sua MajestadeFoi o primeiro reboot (se bem que tecnicamente não o seja mas feels like it) e a meu ver um dos mais eficazes. Obviamente o grande problema está no George Lazenby que foi mal escolhido para o papel de Bond, mas tirando isso é o filme pós Goldfinger que mais se aproxima do tom dos filmes originais.

6- GoldeneyeNovo reboot, com um estilo mais realista e com uma temática pós-guerra fria muito bem definida e montada. Tem um excelente Bond, uma boa Bond Girl, um bom vilão, um fantástico genérico e uma óptima canção, o que mais podemos querer?

7- The Living Daylights – Risco ImediatoEsta escolha admito que seja um pouco forçada, e há dois ou três filmes (Quantum of Solace, The Spy Who Loved Me) que provavelmente são melhores e que talvez merecessem estar aqui. Mas para além de gostar muito do The Living Daylights (outro reboot…) acho-o tremendamente subvalorizado e como tal acho que merece ser destacado.

Menções honrosas: Quantum of Solace, The Spy Who Loved Me, Thunderball



O pior filme

Este é um top fácil de fazer, há alguns filmes muito maus dentre os quais o Diamonds are Forever está tranquilamente na liderança. O complicado foi escolher os piores do grupo dos simplesmente banais. Como podem ver a era Roger Moore foi a mais complicada para mim.

1- Diamonds Are Forever – Os diamantes são eternos – Às vezes quando olho para trás para ter uma ideia dos filmes que estive a ver, fico sempre meio abananado quando me lembro do Diamonds are Forever. É tão pateta que quase entra no campo da auto-paródia. Para além disso temos um Sean Connery em piloto automático, só faltou filmarem-no a receber o cheque.

2- A View to a Kill – Alvo em Movimento – O Christopher Walken não consegue salvar sozinho o filme. Quando a primeira parte do filme (que normalmente é sempre a minha favorita) me aborrece de morte nunca é bom sinal, mas quando o clímax é tão over the top quanto este foi não podemos esperar milagres. Mas é sempre giro ver velhotes a fazer filmes de acção… oh wait… alguém que traga o velhão!

3- Moonraker – Aventura no Espaço – Este safa-se da vergonha total porque a primeira parte é razoável, mas a sua faceta Star Wars e a história que roça o ridículo de tão megalómana e impraticável são a gota de água.

4- Octopussy – Operação Tentáculo – É tão banal que nem hoje passadas meras semanas, me lembro do que se tratava, é um filme que se vai perder rapidamente na minha memória. Curiosamente do que me lembro melhor é do Roger Moore a baloiçar numa corda a fazer o grito do Tarzan… yeah

5- The Man With a Golden Gun – O Homem da Pistola Dourada – A partir daqui os filmes começam a ser menos insultuosos e alguns deles são filmes que até nem desgosto totalmente. Este The Man With a Golden Gun era dos meus favoritos em miúdo, mas revê-lo agora foi uma valente chatice.

6- Tomorrow Never Dies – O Amanhã Nunca Morre – Não é um mau filme per se, mas é tão desinteressante e secante que simplesmente retira qualquer divertimento que outros filmes mais fracos têm.

7- Live and Let Die – Vive e deixa morrer – Até nem desgosto do filme, mas os outros são melhores, para além disso é tão pouco Bond, mais parece um spin-off das férias dele. Mas é um dos filmes onde o Roger Moore se safa melhor.

Menções… pouco honrosas: Die Another Day, License to Kill



O melhor James Bond

Como só há seis actores o top estará obviamente limitado a esse número. O primeiro e último lugares são bastante óbvios, o resto foi mais complicado. É verdade que alguns actores tiveram a sorte de ter melhores guiões que lhes permitiram extrair mais da personagem Bond, mas a forma como cada um o caracterizou vai mais além disso.

1- Sean Connery – Sem surpresas, quem leu os meus posts sabe bem que escolho o Sean Connery e porquê. E de facto ele tem uma classe, charme, um à vontade, carisma e um jeito que simplesmente ninguém consegue emular, é o Bond definitivo.

2- Daniel Craig – A escolha entre o Pierce Brosnan e o Daniel Craig foi bem mais complicada, acho-os ambos bastante bons, o Daniel tem a vantagem de só ter entrado em bons filmes e ter um estilo mais personalizado resultado duma personagem mais complexa e rica.

3- Pierce Brosnan – Poderia muito bem estar em segundo, e quem sabe se no futuro não subirá uma posição, tudo irá depender do que o Daniel fará nos próximos filmes. Captou na perfeição a classe e o lado mais suave do Bond.

4- Timothy Dalton – Tal como os seus filmes, o Timothy é muito subvalorizado, foi uma tremenda lufada de ar fresco em ralação ao Roger Moore,e introduziu um lado mas sério e profissional que o Pierce e o Daniel mais tarde aproveitaram.

5- Roger Moore Pois… gostei de o ver em alguns filmes e é o actor que melhor usou o lado cómico da personagem, mas as suas interpretações carregadas de tiques e traços caricaturais definitivamente não caíram nas minhas boas graças. E ele raramente mostrou grande química com as Bond Girls o que é um grande no no para mim.

6- George Lazenby – Não há muito a dizer, o pobre só fez um filme (é no entanto um excelente filme) e vê-se que não era actor, logo tinha sempre uma postura demasiado rígida e parecia estar sempre muito desconfortável.



A melhor Bond Girl

Atenção que aqui é um misto de beleza, interpretação e personagem, não é um concurso de misses. É verdade que grande parte das Bond Girls são muito fraquinhas, mas felizmente há algumas muito boas que tornaram este top mais fácil, se bem que coloca-las por ordem não tenha sido pêra doce.

1- Vesper Lynd (Eva Green) – A  Eva Green e a sua Vesper está naturalmente no topo, ela é perfeita nos diferentes aspectos que estamos a considerar. É dona duma beleza impressionante, a sua personagem é a mais realista e profunda do lote e a Eva está cinco estrelas, roubando várias vezes o protagonismo ao Daniel Craig.

2- Tracy Di Vicenzo (Diana Rigg) – Segue um pouco o que disse sobre a Eva. É bonita, excelente actriz (destrói por completo o George Lazenby) e a sua personagem é a par da Vesper a melhor da série 007.

3- Honey Ryder (Ursula Andress) – Vão-me crucificar por só ter a Honey Ryder em 3º (ela é a Bond Girl mais icónica e o protótipo pela qual todas se comparam) mas a Ursula Andress não era grande actriz e a sua personagem era bastante superficial. Fica a sua esmagadora beleza, é provavelmente a Bond Girl mais bonita de todas.

4- Pussy Galore (Honor Blackman) – Foi a primeira Bond Girl que sabia tomar conta de si e com uma personalidade forte, ela era suposto ser lésbica, mas claro que nem ela consegue resistir ao charme do James.

5- Elektra King (Sophie Marceau) – Manipuladora e má como as cobras, mas ao mesmo tempo doce e frágil. A sua personagem e a história por detrás é interessante e a Sophie Marceau está num bom plano.

6- Xenia Onatopp (Famke Janssen) – Super carismática e o seu toque louco e sado-masoquista ajuda-a a demarcar-se do resto. Pena que tenha tido pouco tempo de antena.

7- Anya Amasova (Barbara Bach) – A meu ver é uma das Bond Girls com uma história mais interessante e desenvolvida, a única coisa que estraga um pouco é a Barbara Bach que não é grande actriz nem particularmente bonita.

Menções honrosas: Tatiana Romanova, Solitaire, Melina Havelock



O melhor vilão

Aqui considero os vilões principais assim como os seus henchmen (ia fazer um top só para eles, mas iam ficar muitas categorias juntas) já que alguns deles conseguem ser tão ou mais memoráveis que os seus patrões.

1- Auric Goldfinger (Gert Fröbe) – O Goldfinger consegue ter as características dum típico vilão Bond, com as suas motivações megalómanas, mas ao mesmo tempo consegue ser relativamente realista e credível

2- Dr. Julius No (Joseph Wiseman) -Podemos dizer que é o protótipo dum clássico vilão Bond, genial, excêntrico, megalómano e com uma deficiência física. Fico sempre com a ideia que ele funcionou como uma experiência para o Blofeld, já que partilham bastantes traços em comum.

3- Rosa Klebb (Lotte Lenya) – Ela é simplesmente espectacular, não é à toa que ela tenha sido parodiada nos filmes do Austin Powers. Não sei se é o seu aspecto físico ou o comportamento digno duma professora autoritária, mas a Rosa Klebb decididamente marcou a série, mesmo tendo aparecido apenas num filme. A cena onde ela se mascara de empregada de limpeza é imperdível.

4- Oddjob (Harold Sakata) – É o henchman mais famoso e o primeira a ficar na cabeça das pessoas, porque é mais uma caricatura que um personagem realista. Ficou famoso o seu chapéu cortante.

5- Jaws (Richard Kiel) – Ok, o Richard Kiel não é propriamente um bom actor e a única coisa que o Jaws fazia era aparecer no meio das cenas para mascar o cenário, mas ele tem… dentes de aço! How cool is that!? A redenção dele foi muito forçada, mas fica o ícone para a prosperidade.

6- Ernst Stavro Blofeld (um monte deles…) – O Blofeld é o mais conhecido, mas para ser sincero nunca o achei grande espingarda e era muito mais ameaçador antes de revelarem a sua cara. No You Only Live Twice ele ainda teve uma boa presença, mas depois nos outros filmes caiu a pique, terminando numa das mortes mais imbecis do cinema.

7-  Max Zorin (Christopher Walken) – É a única redenção do View to a Kill, tem o plano mais ridículo de todos os vilões Bond que é um testamento da sua personalidade excêntrica e carismática.

Menções honrosas: Red Grant, Alec Trevelian, Scaramanga



O melhor tema musical

As canções são uma das marcas dum filme 007, e muitas delas ficam marcadas para a prosperidade, ainda mais que alguns dos filmes.

1-  Shirley Bassey – Goldfinger – Previsível, é a canção que criou o estilo que associamos a um tema Bond, e a voz da Shirley é inconfundível. Adoro a forma como a canção é basicamente uma mensagem de aviso sobre a personagem do Goldfinger.

2- Duran Duran – A View to a Kill – É tão anos 80 e tão diferente do que até então se ouvia nas introduções dos 007.

3-Shirley Bassey – Diamonds are Forever – Segue a onda do Goldfinger, muito clássica, muito “bondiana”. Pena que esteja ligada a um filme tão mau.

4- Carly Simon – Nobody Does It BetterÉ outro tema que não ligamos imediatamente a uma típica canção 007, mas que a meu ver resulta muito bem.

5- Paul Mcarthney – Live and let Die – É o primeiro grande choque. O filme levou a série para uma nova direcção e também a canção seguiu por caminhos completamente diferentes do habitual. O resultado é muito bom.

6- Tina Turner – Goldeneye – Foi um regresso ao estilo mais clássico da década de 60, só nunca percebi bem porque é que a Tina Turner fala do Goldeneye como se fosse uma pessoa.

7-Chris Cornell – You Know My Name – Tenho que confessar que inicialmente não me despertou grande entusiasmo, mas ao longo do tempo fui acabando por me habituar e hoje em dia é um tema que gosto.

Menções honrosas: Thunderball, From Russia With Love



A melhor genérico introdutório

Normalmente estas introduções com os seus visuais meio surrealistas e as mulheres semi-despidas são o cartão de visita para o resto do filme. Infelizmente há excelentes introduções cujo filme não conseguem estar à altura.

1- Goldeneye Capta na perfeição a mensagem pós-guerra fria do filme, e visualmente é uma das mais bem conseguidas.

2- Goldfinger – Muito clássico e visualmente lindíssimo com os corpos dourados a reflectir partes do filme.

3- On Her Majesty’s Secret Services – Uma homage aos filmes anteriores ao som da épica musica tema do filme.

4- The Spy Who Loved Me – A sequência introdutória com o James a cair do penhasco e a canção da Carly Simon ajudam, mas o genérico em si é muito bom.

5- Casino Royale – Não tem mulheres nem mamas, mas a parte visual é muito boa. Faz-me lembrar os visuais do Another World, junto com uma temática de casinos e cartas que espelha bem o que vai ser o filme.

6- Live and Let Die – É uma viagem psicadélica pela década de 70! Parece que estamos numa alucinação voodoo.

7- Die Another Day – A canção da Madonna é um cocó de proporções épicas por isso ignorem-na, vejam o vídeo sem som. Pode não ser particularmente impressionante, mas o que gosto nesta introdução é como tenta mesclar o genérico com a história, conseguindo com efeito avançar com a narrativa.

Menções honrosas: Diamonds are Forever, Quantum of Solace



A melhor cena

Não vou falar das melhores cenas em termos artísticos ou técnicos, mas apenas nas que me ficaram na memória seja porque aspecto for, dialogo, coreografia, montagem… enfim são cenas que a meu ver melhor definem o que é a saga 007.

1- I admire your luck, mister… –  Adoro o build up da cena desde a entrada até à mesa, sabemos que alguém está lá mas não vemos a cara, e após o crescendo de suspense Sean Connery com apenas uma frase resume na perfeição o que vai ser meio século de personagem Bond. E a forma como ele diz “The name’s Bond, James Bond” é algo de extraordinário, suficiente para eu ter um man crush por ele durante aqueles segundos. Tão cool.

2- Goldfinger experimenta o seu laser – Eu gosto esta cena principalmente pelo Goldfinger e pela forma como ele esmaga o típico comentário witty do James sem lhe deixar espaço para resposta, “You expect me to talk? No Mr.Bond, i expect you to die. E depois todo e cenário resume o que serão as relações entre o James e os vilões: alta tecnologia, muita conversa antes de “puxar o gatilho” e um mecanismo ultra sofisticado para matar o James.

3- Honey Ryder emerge das águas – O vídeo não tem os segundos de build up, mas dá para ver o importante. A forma como a Ursulla sai da água ficou marcada na história do cinema é o que me passa pela cabeça sempre que se menciona a palavra Bond Girl, até o bikini dela ficou para a história. E a Ursulla era uma autêntica deusa.

4- … and you’ve had your six… – Já falei um pouquinho sobre ela quando falei do filme. É outra cena que define o James, especialmente o do Sean Connery. Ele espera calmamente sentado pelo assassino, espera que ele despeje as munições e no minuto seguinte ele é o tipo mais cool desde a criação do universo.

5- Jill é morta com… ouro! – Outra cena icónica. O que gosto particularmente nesta cena para além da forma original como ela morre é toda a parte visual e a forma como tudo está montado. É impossível não ficar com aquele quadro imediatamente gravado na memória. Aquilo é tão invulgar que o próprio James fica boquiaberto.

6- A luta no expresso Oriente – Este vídeo não tem os minutos iniciais em que a tensão torna-se quase insustentável, mas a luta em si é fantástica. A brutalidade, realismo e violência mais parece saído dos filmes do Daniel Craig meio século mais tarde.

7- Bond ganha estatuto de 00Yep, é a introdução do Casino Royale. É uma cena que mostra o que vai ser a era Daniel Craig: séria, brutal e negra. Gosto da forma como a barrel gun é introduzida e como espelha um pouco a cena que coloquei em 4º lugar.

Menções honrosas: Man talk, a barragem,



A melhor perseguição

O que é que um filme Bond tem que obrigatoriamente ter? Uma perseguição, ou melhor várias! Sejam elas de carro, a pé, de ski, avião, barco ou mesmo de naves espaciais!

1- Perseguição nos alpes em On Her Majesty’s Secret Service – Eu não gosto de cenas de ski, mas esta (que foi a primeira se não estou em erro) é brilhante. É bastante longa, mas ao contrario da esmagadora parte das perseguições esta ajuda a desenvolver história. Começa com a fuga lá da “clínica”, a meio o James é salvo pela Tracy e termina no barracão onde mais tarde há um pedido de casamento. E tudo isto ao som do excelente tema musical do filme. Épico.

2- Esprit em acção em The spy Who Loved Me – Oh não uma mota! Oh não um carro! Oh não um helicóptero! The fuck!? O Esprit anda debaixo de água! Clássico.

3- Parkour em Casino Royale – Gosto muito da forma como cada um deles tem um estilo próprio e usam formas distintas de ultrapassar os mesmos obstáculos. É não é muito cansativa porque está constantemente a mudar de cenário.

4- Mais ski em The Spy Who Loved Me – Resume na perfeição o James: começa no braços duma mulher no meio dum local exótico, foge e luta com mauzões montanha abaixo e salva-se no ultimo momento com muito estilo. É apenas a introdução do filme por isso é curta e objectiva.

5- James nas ruas de São Petersburgo in freaking tank! em Goldeneye – Não há muito a dizer, o James destrói meia São Petersburgo num tanque a fazer slides e sem nunca perder o penteado.

6- O 2CV em Madrid em For Your Eyes Only – Eu gosto muito de persiguições a baixa velocidade, são muito mais criativas e esta é uma delas.

7- Causando o caos em Bangkok em The Man With a Golden Gun – Por esta altura estas cenas era extremamente longas e épicas. Eu gosto muito desta porque parece que percorremos meio mundo na mesma cena. Provavelemente estaria nos primeiros lugares, mas o xerife americano estraga isto tudo.

Menções honrosas: O Aston vs mundo em Quantum of Solace, Aston vs Ferrari em Goldeneye

Comments
One Response to “Top 007”
  1. Excelente artigo. Massivo e assim por memória (já os vi todos ao longo dos tempos) tendo a concordar por tudo o que é aqui concluido.
    Well done!

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