Top 10 Videojogos 2012

Terminou mais um ano (este passou a correr) e como já é tradição chegou a altura de fazer top’s e mais top’s!

Como repararam joguei pouca coisa de 2012, deixei passar alguns titulo de extrema importância como XCOM, Far Cry 3, Guild Wars 2, Assassin’s Creed III, Fez, Diablo III (que recordo foi analisado pelo Hugo), Dishonored e por aí fora, mas não há muito a fazer. Dos títulos que joguei estes foram os meus favoritos, não são os melhores! São OS MEUS FAVORITOS.

Se quiserem podem ir ver os meus GOTY de 2009, 2010 e 2011


10 – Mass Effect 3

Ai Mass Effect 3… Sinceramente nem deverias estar aqui no top, foste uma ligeira desilusão. Nem foi pelo final polémico, o próprio jogo esteve muitos furos abaixo dos dois primeiros capítulos, especialmente da magia do original. Mas a coisa é que por mais que queira ignorar, eu tenho uma ligação muito forte com aquele mundo e com aquelas personagens.

9 – Black Mesa

Foi difícil escolher Black Mesa, desde logo é complicado classifica-lo, é um mod? Um jogo completo? Incompleto? A verdade é que a qualidade está lá, mas mais impressionante é a quantidade de trabalho e de gente talentosa que trabalhou sem receber um tostão. É certo que Black Mesa tem algumas falhas e más decisões de design, mas no seu cômputo geral foi um enorme triunfo que conseguiu igualar as enormes expectativas.


8 – Botanicula

O pessoal da Amanita Design regressa em grande. Depois do anterior jogo, Machinarium ter figurado no meu top de 2009, Botanicula consegue o mesmo feito em 2012. Extremamente charmoso, fofinho e inteligente, Botanicula afasta-se do tradicionalismo de Machinarium e aperfeiçoa a filosofia de jogo iniciada em Samorost.


7 – Sleeping Dogs

Um titulo ao qual não dava nada mas que aos poucos foi-se mostrando e acabou por ser um senhor jogo. Às vezes parecia uma colagem de diversos jogos, faltando uma identidade própria mas no final das contas Sleeping Dogs transformou-se num dos melhores sandbox do ano.


6 – Hotline Miami

hotline-miamiUma fantástica banda sonora que por acaso trás agarrado um óptimo jogo cheio de ultra violência, classe, psicadelismo, surrealismo e uma jogabilidade extremamente viciante. É GTA + Drive + Super Meat Boy. Com uns pais tão bons o produto final só poderia ser deste calibre. Isto se conseguirem jogar, porque Hotline Miami adora crashar.


5 – FTL: Faster Than Light

Um roguelike espacial onde encarnamos a pele duma tripulação que se vê obrigada a cruzar a galáxia numa fuga sem tréguas. Um jogo extremamente viciante, profundo e fascinante. Cada viagem é uma aventura completamente nova fruto da sua  aleatoriedade.


4 – Dear Esther

Hum… tenho noção que é uma escolha polémica, Dear Esther tem a sua própria legião de detractores que o acusam (com alguma razão) de nem ser propriamente um jogo (vendo bem dizem o mesmo com dois jogos que lideram este top), eu próprio o questionei na minha analise. Mas Dear Esther transporta-me para um mundo solitário, melancólico e assombroso duma forma que poucos conseguem.


3 – Spec Ops: The Line

Um jogo que veio a crescer em mim com o passar dos meses. O que Spec Ops: The Line fez merece uma distinção, não só pelo seu arrojo narrativo ao adoptar Heart of Darkness para um videojogo, mas também pelas temáticas anti-bélicas e pelos comentário e meta-referencias que faz à actual industria.


2 – Journey

Uma fantástica experiência que por diversas vezes esteve para ser o meu GOTY, no entanto no momento em que escrevo decidi coloca-lo em 2º lugar. É ingrato fazer isto porque a meu ver Journey é simplesmente perfeito (algo que o 1º classificado não se pode gabar, bem pelo contrário) e indica o caminho que eu quero que a industria siga. Mas no final a minha decisão recaiu no impacto emocional do meu escolhido para jogo do ano.


1 – The Waking Dead

Foi uma decisão extremamente difícil escolher entre The Walking Dead e Journey, o meu favorito foi alternando a cada semana mas a minha escolha acabou por recair numa questão: Qual dos dois teve mais impacto em mim? Ambos tiveram que diabo! Mas olhando para trás, The Walking Dead foi um maior turbilhão de emoções e prendeu-me duma forma que Journey (até pela sua natureza) não conseguiu… em parte. Mas uma coisa é certa, com o passar do meses as óbvias falhas de The Walking Dead, especialmente na forma como somos enganados pelas falsas escolhas, retiraram alguma da chama inicial. Mas a beleza e o impacto da história de Lee e Clem consegue sobrepor-se a isso, levando que The Walking Dead seja o meu jogo do ano de 2012.

E vocês? Que jogos escolheriam? Quais destes 10 não acham merecedores de entrar num top destes? Que jogos de 2012 me aconselham descobrir?

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