San Andreas [2015]

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Espectáculo! Fizeram um filme sobre o San Andreas? Cheira-me que deve ser realizado pelo Spike Lee ou assim, Sam Jackson é o policia e … huh? O quê? Não é sobre o GTA: San Andreas? Ah, pois, sobre terramotos. Ok.

Não sou o maior fã de filmes catástrofe, admito, contudo não é menos verdade que foram alguns destes filmes que me fizeram ir pelas primeiras vezes ao cinema. A minha família não tinha esse hábito e quando comecei a ir, já não era propriamente uma criança, na verdade tinha 14 anos quando entrei numa sala pela primeira vez. E o que fui ver? Twister. Independence Day. Dante’s Peak. Armagedon. Deep Impact. Já deu para perceber, tudo o que era filme catástrofe dos anos 90 eu estava lá batido.

No entanto, esses tempos já lá vão. Este é um género que hoje em dia, muito honestamente já não têm grande razão de existir. Eles tiveram aquele período de popularidade porque os efeitos CGI permitiam mostrar destruição realista pela primeira vez, e o pessoal adorava isso, eu incluído. Mas hoje em dia já vimos de tudo, especialmente depois do 2012 que, tipo, misturou tudo e elevou o grau de destruição e patetice ao limite.

E é aqui que surge este San Andreas que, basicamente, nos mostra como seria o maior terramoto de sempre numa realidade em que os edifícios são feitos de Lego. É que chega a ser ridículo a forma como tudo se desmorona como um castelo de areia mal a terra treme. E o que treme, “cum caraças”! Mas não nos vamos armar em snobs, isto é o que todos nós queremos ver num filme destes, e não me posso queixar, nesse aspecto San Andreas não compromete porque aquilo desaba tudo!

De resto, podem esperar todos os clichés típicos do género, como por exemplo, um dos mais bizarros: Um casal divorciado que recupera o casamento na catástrofe. A sério, já repararam no número de filmes catástrofe que pegam nisto? San Andreas, 2012, Twister, Independence Day, The Day After Tomorrow… há aqui algo que me está a escapar?

Concluindo, San Andreas é pateta mas entretêm, mesmo sendo completamente irrelevante e desnecessário. Como Adam Jensen tão bem diria:

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