Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty [2001]

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O quinto jogo numerado da série Metal Gear Solid já rebentou, portanto nada melhor que recordar a minha experiência com a série do xôr Kojima em mais uma entrada na rubrica Lembram-se?

Há uns anos falei-vos do meu contacto com o primeiro jogo, do qual gostei bastante, mesmo tendo-o jogado já bem tarde. Hoje é a vez da sua sequela que… já não gostei assim tanto.

“Ah, é por causa do Raiden? Sentiste-te enganado?” Não, muito honestamente nunca fui suficientemente apegado ao Snake para me ter sentido enganado de qualquer forma, longe disso. Até não desgostei do Raiden que teve um arco narrativo decente durante o jogo. O que me fez torcer o nariz na altura, foi a história ridícula e toda a pseudo filosofia que vinha agarrada, especialmente na segunda metade, que se tornou extenuante para mim. O que é pena, porque a primeira até estava a ser interessante, mesmo sendo quase uma cópia do primeiro jogo (e de certa forma era mesmo, até foi introduzido na narrativa).

No entanto, acaba por ser um pouco ingrato vê-lo à luz do presente porque é impossível ter sequer a noção do impacto que seria jogá-lo quando saiu, isto porque às vezes é difícil lembrar que saiu em… 2001! Em termos técnicos foi uma pequena janela para o futuro!

Bem, mas é interessante falar da minha experiência pessoal. Joguei-o logo a seguir ao Metal Gear Solid, no PC claro (lembro-me que o port não era dos melhores) e, como já disse, sai um pouco desiludido, bastante até, em especial no ultimo acto em que as “Kojimices” viraram o jogo de pernas para o ar com simulações, IA’s, Patriotas, la-le-li-lo-la’s, um novo clone do Snake que até era presidente americano, um braço do Liquid com personalidade e… coisas ainda mais estranhas.

De certa forma o jogo perdeu um pouco aquela inocência saída do imaginário infantil duma criança que cresceu a ver demasiados filmes de acção nos anos 80 e tentou ser mais sério… ou algo. Devo dizer que sempre gostei muito dos piscares de olhos e das quebras da 4ª parede que a série sempre fez, e Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty faz muitas vezes, mas… depois do monólogo final do Raiden fiquei naquela do “esta série que se lixe”.

Felizmente acabei por jogar a 3ª parte, e ainda bem que o fiz. Mas essa é uma história para outro dia 😀

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