Whiplash – Nos Limites [2014]

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Eu, no final de Whiplash.

Este é daqueles filmes, raros, que consegue a proeza de quebrar as leis do espaço/tempo porque não encontro outra explicação porque raio 1h40 passaram em tão pouco tempo. Juro-vos que não consegui tirar os olhos do monitor uma única vez, Whiplash é um crescendo tal, dum ritmo tão perfeito que criou uma intensíssima ligação comigo, difícil explicar.

E Whiplash é isto mesmo, é duma intensidade de tal forma voraz, selvagem e obsessiva (espelhando os seus protagonistas) que tudo em seu redor colapsa, qual buraco negro. É uma rara sensação esta, sentir-me completamente dominado por um filme, não ter sequer a capacidade e a atenção de o ver com olhos críticos ou de o desmontar em termos técnicos e estruturais. Whiplash ruge a plenos pulmões e obriga o espectador a seguir a explosão de intensidade.

Escrevo-vos minutos após o seu final, ainda inebriado, ainda com o meu sentido de julgamento toldado pelos frenéticos 107 minutos de raiva, fúria e energia, portanto leiam isto com uma tonelada de sal, mas bolas… se isto não é dos melhores filmes do ano não sei o que é.

Originalmente de 2014, estreou em Portugal em 2015.

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