Aliens – O Reencontro Final [1986]

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Aliens por aqui? Aliens é porventura o filme que mais vezes vi na minha vida ao ponto de saber parte das falas, movimentos e sons de cor e salteado, portanto não há grandes razões para o ter seleccionado para esta maratona.

Mas a verdade é que há umas semanas decidi mostra-lo à minha namorada (que nunca o tinha visto), como ainda tinha escrito sobre ele aqui no PixelHunt e ainda por cima celebra o 30º aniversário (!) fuck it, entrou na lista. Já vos falei do original há uns valentes anos e até de parte dos jogos. Do original (o meu 2º filme Sci-fi favorito segundo este top) fartei-me de o elogiar, mas como qualquer bom fã da série sabe, o mais importante ao falar destes filmes é uma coisa só: Qual o melhor, Alien ou Aliens?687474703a2f2f692e6b696e6a612d696d672e636f6d2f6761776b65722d6d656469612f696d6167652f75706c6f61642f745f6f726967696e616c2f726765716a6a77356d61677465626775357778702e676966

Bom, para mim a resposta é bastante fácil, Aliens é um dos melhores filmes de acção de sempre encarrilhado numa portentosa montanha russa de ficção cientifica e terror. É um dos filmes mais importantes da minha juventude e um dos filmes mais influentes, não só na industria do cinema mas também (e especialmente) na dos videojogos. Aliens é um marco e uma obra prima. Mas Alien é melhor.

Vá, exagerei um pouquinho, Aliens é incrível, facto, mas não é menos verdade que ao longo dos anos e a cada visionamento ele vai descendo, lentamente, degrau a degrau do Olimpo onde sempre esteve. Situação oposta à de Alien que cada vez que o vejo mais gosto dele. Mas não deixa de ser sempre um prazer rever Aliens e qualquer desculpa é aceitável se isso significar mais uma sessão do filme de Cameron. Nós todos já o conhecemos de trás para a frente por isso nem sequer me vou dar ao trabalho de o descrever ou analisar, perda de tempo. Vou aproveitar este espaço e tempo livre para dizer coisas ao calhas sobre o que me passou pela cabeça quando o vi agora de novo.

– Os minutos desde que a Ripley encontra a rainha, até o Bishop aparecer com a nave in the nick of time ao som destes martelos é a sequência mais tensa e emocionante em qualquer filme! TIM, TIM TIM TIM! Ainda hoje, ao vigésimo visionamento. BISHOP! GODDAMN YOU!

– É ridiiiiiculo o numero de jogos que Aliens influenciou. RIDÍCULO!

– A direcção artística é bastante inconstante, especialmente na caracterização. O filme começa com aquele futuro típico dos anos 80 (que o Terminator também têm) que não gosto lá muito, aquela roupa, aqueles cabelos… mas mal entra no segundo acto quando tudo se torna mais militar e alienígena as coisas mudam para muito melhor, de tal forma que muitos desses aspectos se tornaram norma (vejam qualquer space marine noutro filme/jogo).

– Vamos todos reflectir numa das melhores cenas do filme, a invasão alienígena no inicio do terceiro acto, sim quando aparecem pelo tecto. Essa cena funciona tremendamente bem porque é original e não é cliché, brinca com noções e ideias criadas no filme (a visualização dos bichos no radar) para criar um falso sentimento de segurança no espectador. Os aliens levam a melhor aos heróis não por causa da sua avassaladora vantagem numérica como o espectador pensaria, mas através de engenho. How could they cut the power, man? They’re animals! :O

– Ellen Ripley é a the ultimate badass. E é uma mulher, just saying.

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– Desde puto que sempre me fez confusão a cena em que o Bishop anda por lá partido ao meio. Não pelo nojo da situação, mas porque quando ele apanha a Newt vê-se o tronco do Lance Henriksen pelo buraco -.-

– O sound design é do caraças, especialmente o som da pulse rifle e da smart gun, sons esses que viriam a crescer comigo não só com o filme mas principalmente com os jogos. Let’s rooooock!

– A Vasquez entra no Titanic. Whaaa?

– A cena mais desconfortável para mim sempre foi quando o Bishop tem de rastejar pelo cano. E se ele se quiser coçar?! E se viesse um facehugger por ali a dentro?!?!

Sei lá… tanta coisa me passa pela cabeça quando vejo isto. É daqueles filmes que passam num piscar de olhos tal a mestria como controla o ritmo e consegue criar um conjunto de personagens memoráveis, até mesmo o Spunkmeyer que devia ter avisado logo o pessoal quando tocou na nhanha ao entrar na nave, aquilo não era normal e assim se perdeu um importante veiculo de evacuação.

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