Dark Souls 3 [2016]

Só agora escrevo sobre o meu jogo do ano de 2016? O que é isto? Muito basicamente já tinha parte do texto redigido, mas este foi um jogo que levei o meu tempo e a certo ponto os DLC já estavam tão perto de serem lançados que… esperei.

Sou fãzorro de Dark Souls como sabem, dei o prémio de GOTY ao Dark Souls 2 em 2014, ao Dark Souls 3 no ano passado e só não dei ao primeiro jogo porque só o joguei dois anos mais tarde no PC. Sobre as mecânicas da série já muito falei e não me vou repetir, mas nunca é demais enfatizar alguns dos seus pontos fortes, nomeadamente a fantástica exploração, os controlos super refinados e o ambiente etéreo-medieval que só a FROM Software consegue criar.

Sobre o Dark Souls 2 referi que era um pouco mais do mesmo e que revelava alguma falta de ambição, preferindo-se manter debaixo da sombra do seu irmão mais velho. Foi provavelmente um resultado de ter sido desenvolvido por uma espécie de “equipa B” ou seja, não era um jogo do Miyazaki (ocupado a desenvolver Bloodborne), mas isso não era sinonimo de falta de qualidade ou algo parecido. Dark Souls 3  decide, e fá-lo com toda a pujança, regressar aos elementos do primeiro jogo, quase como se duma homenagem se tratasse, portanto, mais uma vez volta a jogar pelo seguro?

Sim e não. Quer dizer, é claro que sim, este é um jogo que usa e abusa da nostalgia dos fãs e vai buscar inúmeros elementos, localizações, personagens e temáticas do primeiro jogo, mas de certa forma fá-lo duma forma graciosa, fechando a trilogia com chave de ouro, duma forma mais suave que alguma vez poderia imaginar possível. São homenagens e referencias forçadas, na medida em que o jogo não precisava delas, mas… são tão bem implementadas que não parecem forçadas… difícil de explicar.

Há algumas alterações mecânicas em relação ao segundo jogo, mas os maiores melhoramentos prendem-se sobretudo no level design. Esqueçam a zona central que se ramifica em inúmeros corredores como Majula em Dark Souls 2, aqui voltamos a uma filosofia muito mais próxima do jogo original, ou seja, inúmeras áreas interligadas entre si que requerem várias visitas ao longo do jogo. Outro melhoramento são os bosses que no segundo capitulo foram uma tremenda desilusão, quase sempre compostos por mobs e que revelavam alguma falta de imaginação. Aqui estão melhor pensado e muito mais memoráveis, honestamente já nem me lembro do nome de quase nenhum do segundo jogo. Não vou perder muito tempo a falar das emoções que despertou em mim porque já tanto disse sobre a parte emocional que é a experiência Dark Souls nos textos dos anteriores capítulos. É só clicar aqui em baixo:

Dark Souls | Dark Souls 2

Resumindo e concluindo, Dark Souls 3 é um brilhante desfecho duma fantástica trilogia de jogos. É certo que joga um pouco pelo seguro ao seguir as pisadas do único jogo realmente revolucionário da série, mas acaba por ser o mais refinado dos três.

 

Positivo:
+ Exploração
+ Atmosfera
+ Controlos

Negativo:
– Um pouco mais do mesmo?

 

Sai do templ… do PixelHunt com:

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: