Top 5 Jogos 2017

Ao contrário do que aconteceu na parte de cinema, sinto que este ano perdi muita coisa boa e que provavelmente teria lugar num top destes caso tivesse mais tempo, vontade e dinheiro (o novo Zelda, Mario, Nier: Automata, Divinity: Original Sin 2, Wolfenstein 2, Prey, o novo Assassin’s Creed e por aí fora). O que joguei, tirando uma ou outra excepção, não figurariam aqui num ano normal.

É estranho fazer um top 5 quando só joguei precisamente estes 5 jogos, mas é a realidade e reflecte o meu ano em termos de jogos. De qualquer das formas, os dois vencedores são genuinamente bons e melhores até que outros vencedores de anos passados, portanto o prémio fica em boas mãos.

Dito isto, e como já é tradição, aqui estão os 5 jogos lançados em 2017 que mais gostei de jogar. Não são os melhores, são os que mais gostei. Atenção que ainda não escrevi sobre alguns deles, mais uma consequência da falta de tempo, eventualmente publicarei qualquer coisa. Podem ver, se quiserem, as minhas listas de 2009, 2010, 2011201220132014, 2015 e 2016.


5 – Cuphead

Diz muito o facto de figurar num top de jogos do ano um jogo que… não gostei particularmente. Lindíssimos visuais reminiscentes dos cartoons dos anos 30 e… pouco mais, para mim que não sou fã do género. De qualquer das formas não me arrependi de o comprar e jogar.


4 – Torment: Tides of Numenera

Ainda não o terminei portanto é um WIP, mas já deu para ver que no meio de tudo o que faz muito bem (a fantástica escrita), há muita coisa que me faz ficar de pé atrás quando o comparo com os jogos nos lugares acima da lista.


3 – Resident Evil 7: Biohazard

O primeiro jogo desta lista que me sinto confortável em colocar num top destes porque, sinceramente, tem qualidade suficiente para ter entrado na maior partes dos GOTYs dos anos anteriores. Perde para os dois primeiros classificados pelo seu fraquito acto final que não consegue manter os elevadíssimos níveis de qualidade da parte inicial e uma história medíocre.


2 – What Remains of Edith Finch

Queria muito dar, este ano, o primeiro lugar a um walking simulator, o que seria a primeira vez aqui no Pixelhunt. What Remains of Edith Finch é maravilhoso e o exemplo máximo do que o género nos pode dar, pelo menos por agora. Uma mestria na arte de bem contar uma história através de narrativa ambiental e dono duma das melhores sequências narrativas em videojogos no fantástico flashback de Lewis Finch, este é um jogo que merecia levar o prémio não fosse…


1 – Hellblade: Senua’s Sacrifice

Uau! Hein, que experiência! E que sorte de o ter comprado já mesmo no final do ano, eu que estava com tantas duvidas. Dá que pensar que outras incríveis pérolas estão por aí porque não tenho dinheiro ou tempo para os comprar e jogar. Para mim os meus jogos favoritos sempre foram e serão os que me afectam emocionalmente porque eles são suposto ser mais que um conjunto de mecânicas, e Hellblade: Senua’s Sacrifice é precisamente muito mais do que isso.

Assim sendo, é Hellblade: Senua’s Sacrifice o sucessor de  Dark Souls 3 como jogo do ano aqui do PixelHunt. E vocês? Que jogo escolheriam como vosso GOTY de 2017?

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