The Red Shoes – Os Sapatos Vermelhos [1948]

O melhor: À semelhança de outros trabalhos de Michael Powel (e Emeric Pressburger) a cinematografia e o jogo de cores é sublime, ainda para mais para um filme dos anos 40 quando a cinematografia a cores ainda era relativamente limitada. Importante referir que devemos em grande parte a Martin Scorsese a possibilidade de ver actualmente … Continuar a ler

Frankenstein: or the Modern Prometheus de Mary Shelley

Hoje em dia leio muito menos do que fazia quando era mais novo, o que é pena, mas uma das minhas resoluções para 2020 é ler mais, e o primeiro livro é o maior clássico de terror e ficção cientifica, falo é claro de Frankenstein. Gosto muito da série de filmes da Universal, dos quais … Continuar a ler

Black Narcissus – Quando os Sinos Dobram [1947]

  O melhor: A cinematografia e a forma como a luz e a cor ajudam activamente a contar a história. Os matte paintings são lindos, especialmente aqueles que olham para o abismo! Mesmo que muitas das pinturas sejam pouco realistas, elas emprestam ao filme toda uma aura quase de sonho que acaba por complementar, e … Continuar a ler

12 Angry Men – Doze Homens em Fúria [1957]

O melhor: O maravilhoso argumento que é quase perfeito, e de como ele flui de forma suave e contínua, fazendo parecer que a hora e meia de filme é apenas uma única cena. A forma natural como o grupo de jurados e a sua dinâmica se vai moldando com o tempo, com os argumentos e … Continuar a ler

The Invisible Man – O Homem Invisível [2020]

O melhor: A mudança de foco do “monstro” para a vítima, algo que o livro e os filmes originais raramente fizeram. Os elaborados momentos de tensão que se tornam quase insuportáveis. Elisabeth Moss é o espelho perfeito do terror contido criado por abuso doméstico e stress pós-traumático. A realização muito criativa que dá ao filme … Continuar a ler

Draugen [2019]

O melhor: Os lindíssimos visuais, o voice acting e a atmosfera nórdica carregada de isolamento, misticismo e um desconfortável terror ausente e escondido. O Pior: A história em si, embora não seja desinteressante, é extremamente subdesenvolvida. Dá a entender que o Ragnar Tornquist e companhia tentaram abordar demasiada coisa num curto espaço de tempo e … Continuar a ler