Dead Island [2011]

O melhor: O combate corpo a corpo é muito visceral e gratificante, assim como o número de armas e as formas como se podem fazem upgrade. A chamada “árvore tecnológica” ou seja as skills que se desbloqueiam com experiência são genuinamente impactantes na jogabilidade e obrigam o jogador a evoluir a mudar e adaptar o seu estilo de jogo. O setting passado numa ilha tropical com as suas diferentes zonas desde o resort milionário até aos bairros de lata da cidade é bastante original neste tipo de jogo.

O Pior: As missões secundárias são desinteressantes e para evitar. Os primeiros actos são bastante fortes, mas depois de sair da cidade, ou seja os capítulos na selva e prisão, o jogo perde muito gás e entra numa pasmaceira repetitiva. As cutscenes quando se joga a solo e aparecem lá com os 4 protagonistas vindos do nada são hilariantes, mas uma montra do quão pouco polida é toda a experiência.

Melhor momento: Difícil de dizer, não há nenhum que se destaque, mas todos aqueles momentos em que enfrentamos uma horda de zombies apenas com armas brancas são sempre muito gratificantes.

Veredicto: Bastante divertido, mesmo sendo óbvio que foi feito e pensado para ser jogado em co-op, o combate é muito recompensador e acaba por balancear as enormes quantidades de jank que inundam o jogo de inicio ao fim. A história é pateta e o jogo transpira um aroma a série B por todos os poros, mas acaba por ter o seu charme.

 

 

Tempo de Jogo: 19 horas.

 

Sai do templ… do PixelHunt com:

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