The Witness [2016]

Braid foi provavelmente a primeira grande explosão indie moderna nos idos de 2008 (a par de World of Goo talvez) e foi um dos primeiros exemplos a demonstrar que pequenos developers tinham condições para nos dar experiências artísticas e mecânicas ao nível, ou naquele caso mesmo superiores, dos grandes estúdios. Jonathan Blow levou o seu … Continuar a ler

Oxenfree [2016]

Os jogos quase exclusivamente narrativos têm vindo a sofrer mutações ao longo dos tempos, se antigamente as aventuras gráficas eram rainhas, hoje em dia o espectro tem-se vindo a expandir por diferentes sub-géneros e até em novas formas narrativas distintas. “Walking simulators” têm levantado bem alto o estandarte das narrativas interactivas e têm evoluído a … Continuar a ler

Dark Souls 3 [2016]

Só agora escrevo sobre o meu jogo do ano de 2016? O que é isto? Muito basicamente já tinha parte do texto redigido, mas este foi um jogo que levei o meu tempo e a certo ponto os DLC já estavam tão perto de serem lançados que… esperei. Sou fãzorro de Dark Souls como sabem, … Continuar a ler

Layers of Fear [2016]

Sou um apaixonado pelos denominados “walking simulators” experiências narrativas interactivas que usam a exploração para contar uma história, sem foco na jogalidades mas apenas na descoberta através de narrativa ambiental. É um novo subgénero criado por jogos como Dear Esther e popularizado por títulos como The Vanishing of Ethan Carter, Gone Home, Firewatch ou The … Continuar a ler

Anno 1404 [2009]

Sou um amante da série Anno, em especial da primeira versão, intitulada de Anno 1604 que me fartei de jogar em miúdo, primeiro a demo, que vinha numa qualquer Mega Score e depois o jogo completo, oferecido também por uma revista de jogos. Anno 1404 é a última versão histórica da série antes de se … Continuar a ler

Ryse: Son of Rome [2013]

Há umas semanas comprei uma nova e decente gráfica, e como qualquer pessoa faz nessas alturas, instalei alguns jogos que pudessem puxar por ela. Um jogo que estava perdido lá na minha biblioteca era este Ryse: Son of Rome, a mais recente tentativa da Crytek em fazer um jogo relevante, depois do já longínquo ano … Continuar a ler

Motorsport Manager [2016]

  Os mais atentos deverão ter notado, no meu GOTY 2016, que estava por lá este Motorsport Manager e que não cheguei a escrever nada sobre ele. Decidi adiar este texto por duas razões (para além da preguiça de escrever claro lol). Decidi esperar pela saída do DLC e ver como se iriam safar  no … Continuar a ler

ABZÛ [2016]

A equipa responsável pelo meu vice GOTY de 2012, o maravilhoso Journey, libertou-se das ligações com a Sony e apresentou o seu primeiro projecto independente, ABZÛ. Qual o significado da palavra abzû, não faço ideia. Não se sintam mal por nunca terem ouvido falar de ABZÛ, é normal. Nota-se a falta que a máquina de … Continuar a ler

Fallout: New Vegas [2010]

21 de Agosto de 2014, foi há precisamente 32 meses que decidi instalar e jogar Fallout: New Vegas. Durante 26 meses deambulei pelo deserto do Mojave, deixei que tudo o que faz deste um dos melhores RPG de sempre se entranhasse em mim. Quando decidi por um ponto final na minha aventura, foi um adeus agridoce … Continuar a ler

Inside [2016]

Lembram-se de Limbo? O menino bonito da cena indie nos idos de 2010. Cheguei a falar dele por cá e dei-lhe boa nota, mesmo reconhecendo que perdia muito gás na segunda parte da sua curta duração. Seis anos (!) se passaram e os dinamarqueses da Playdead apresentaram a sequela espiritual intitulada de Inside. E o … Continuar a ler

Acabei de Jogar… Crime no Hotel Lisboa | Never Alone | Tiny & Big: Grandpa’s Leftovers

Já joguei alguns destes jogos há valentes meses, mas só falo agora deles porque decidi junta-los num só artigo, como fazia antes. E fi-lo porque honestamente não tenho muito para falar, pelo menos não o suficiente para encher uma entrada para cada um destes jogos 😀 Crime no Hotel Lisboa [2014] É sempre bom haver … Continuar a ler

Slender: The Arrival [2013]

Há umas semanas atrás falei de Outlast, um mais conhecidos exemplos da nova vaga de jogos de terror em primeira pessoa. Um subgénero moldado pelos jogos da Frictional Games mas também pelo predecessor deste Slender: The Arrival, falo é claro de Slender: The Eight Pages. Pouco joguei Slender: The Eight Pages, fi-lo para ver a sua … Continuar a ler

Outlast [2013]

Aproveitei as férias para despachar algum backlog e acabar muita da coisa que tenho pendente. Um desses casos era este Outlast, uma das cabeças de cartaz da explosão de popularidade dos jogos de terror inspirados por Amnesia: The Dark Descent e Slender. É um subgénero tremendamente popular hoje em dia (veja-se a nova direcção de … Continuar a ler

Grand Theft Auto V [2013]

Regresso depois de uma longa, longa ausência, e faço-o para falar sobre… jogos! Quem diria que num blog de jogos eles se tornassem numa raridade. Isso não significa que não jogue hoje em dia, ainda o faço, mas espalho o meu pouco tempo livre numa série de jogos, o que leva a que demore muito … Continuar a ler

Her Story [2015]

Aproveitei a férias para descobrir um dos meninos bonitos da cena indie do ano passado, nada mais nada menos que um jogo… full motion video! Sim, é verdade, ainda se fazem jogos FMV por incrível que pareça, no entanto se estão à espera de algo tipo Phantasmagoria ou Gabriel Knight II dos bons velhos tempos, … Continuar a ler

Rise of the Tomb Raider [2015]

Não há muitas séries de jogos que posso dizer que goste tanto ao ponto de me acompanharem desde que comecei a jogar. Menos ainda as que ainda existem hoje em dia. Dessas poucas séries Tomb Raider é possivelmente a que mais se destaca, foi um dos primeiros jogos (Tomb Raider II em 1997) que joguei … Continuar a ler

Superhot [2016]

Vou manter isto curto porque, como já vos disse, ando com pouco tempo e muito trabalho 😦 Gosto quando pequenos jogos experimentais, normalmente grátis, se tornam tão grandes dentro dos seus pequenos espaços que conseguem relançar-se como jogos completos e comerciais. Há exemplos de sucesso que já fui falando por cá como Dear Esther, Stanley Parable … Continuar a ler

Shin Megami Tensei IV [2013]

Agora que terminei alguns jogos que tinha na minha biblioteca da PlayStation 4, decidi fazer uma pausa na consola da Sony e tentar alguns jogos bastante bem contadas da portátil da Nintendo, a 3DS. E havendo vários para começar, sendo que alguns até são nomes mais sonantes, decidi dar uma oportunidade a um RPG que alguns … Continuar a ler

Firewatch [2016]

O meu primeiro jogo de 2016 é um que, honestamente, nunca tinha ouvido falar até cerca de uma semana antes do seu lançamento. Conheci-o através do trailer em que tropecei ao ler algumas impressões sobre este Firewatch. O facto de o ter comprado quase instantaneamente é um sinal do impacto que o material promocional teve … Continuar a ler

Life is Strange [2015]

Decidi esperar alguns dias até começar a escrever sobre Life is Strange porque seria certamente injusto deitar tudo cá para fora no calor do momento, precisamente no meio de toda a emoção que foi o final do jogo. Sim, Life is Strange é uma montanha russa de emoções, possivelmente um dos jogos que mais me … Continuar a ler

Batman: Arkham Knight [2015]

Como já deverão saber, sou um fã da série Arkham, desde o original Arkham Asylum que posso dizer que esta se tornou numa das minhas séries favoritas dos últimos tempo, e sim, também gostei do mal amado Batman: Arkham Origins. A verdade é que, mesmo não sendo particularmente fã do Batman em si e das suas … Continuar a ler

SOMA [2015]

Penso, logo… existo? Nunca é fácil dar seguimento a um clássico moderno que ajudou a redefinir parte duma industria. As expectativas tornam-se tremendas, mesmo que as tentemos controlar. É uma inevitabilidade. Existe um antes e um depois de Amnesia: The Dark Descent nos videojogos de terror. A sequela espiritual de Penumbra abalou as fundações do género … Continuar a ler

Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots [2008]

     Como têm vindo certamente a reparar, ando numa de Metal Gear Solid. O quinto capitulo saiu à coisa de semanas e decidi que era altura de jogar alguns dos que me faltam. Os escolhidos, para já, foram Peace Walker (que vou jogando… devagarinho) e, claro, este Metal Gear Solid 4 que lá consegui … Continuar a ler

Remember Me [2013]

Remember Me teve a inglória tarefa de ter sido escolhido como o meu próximo jogo depois de acabar The Witcher 3. Tenho perfeita noção que é injusto, um órfão de The Witcher 3 como eu, desfrutar de forma justa e isenta qualquer que seja o jogo, mas Remember Me acabou por me facilitar a tarefa porque, … Continuar a ler

The Witcher 3: Wild Hunt [2015]

Para ler sobre as expansões “scrollem” até ao final da pagina. Escrevo-vos meras horas depois de terminar um jogo que me ocupou 150 horas durante um período de dois meses e meio. São muitas horas… muito tempo. Muito tempo focado num mundo ao qual sempre imaginei, nos meus sonhos, poder vir a pisar. Vocês conhecem o … Continuar a ler