Gwent: The Witcher Card Game [2016]

O melhor: É free to play (e agora no Steam, só por isso é que o experimentei) mas nunca senti quaisquer desequilíbrios ou assimetrias para ter a necessidade de gastar qualquer tostão para me divertir. Extremamente viciante e um jogo perfeito para aquelas pequenas sessões para matar o tempo quando se está aborrecido ou à … Continuar a ler

A Plague Tale: Innocence [2019]

O melhor: O setting histórico da França medieval durante a Peste Negra é muito bom e pouco visto em videojogos. Os visuais, para um jogo mid-budget dum estúdio relativamente pequeno, são incríveis, abrilhantados pela existência dum modo de fotografia que hoje em dia deveria ser obrigatório em qualquer jogo. A Amicia e o Hugo são … Continuar a ler

Sekiro: Shadows Die Twice [2019]

O melhor: Os lindíssimos visuais, o gameplay super refinado que responde minuciosamente aos nossos controlos e a exploração e level design que é sempre um dos maiores prazeres dos jogos da From Software. O combate embora seja difícil como a porra é quase sempre gratificante, mesmo que seja necessário mudar o chip dos Dark Souls, este … Continuar a ler

Black Mesa [2020]

O melhor: É um remake do melhor jogo de todos os tempos, portanto, como seria de esperar, o que Half-Life tinha de bom traduz-se aqui na perfeição, nem tudo, mas quase tudo. Falando exclusivamente do remake e colocando o original de parte (já falei, e muito dele na minha retrospectiva), a forma como expande no … Continuar a ler

Torment: Tides of Numenera [2017]

O melhor: O universo e lore são muito interessantes e originais, não é frequente vermos um setting num futuro tão longínquo, após a ascensão e queda de tantas civilizações que as coisas se tornam irreconhecíveis e quase mágicas. A qualidade da escrita e a história centrada no papel das memórias e individualismo é muito acima … Continuar a ler

Dead Island [2011]

O melhor: O combate corpo a corpo é muito visceral e gratificante, assim como o número de armas e as formas como se podem fazem upgrade. A chamada “árvore tecnológica” ou seja as skills que se desbloqueiam com experiência são genuinamente impactantes na jogabilidade e obrigam o jogador a evoluir a mudar e adaptar o … Continuar a ler

Draugen [2019]

O melhor: Os lindíssimos visuais, o voice acting e a atmosfera nórdica carregada de isolamento, misticismo e um desconfortável terror ausente e escondido. O Pior: A história em si, embora não seja desinteressante, é extremamente subdesenvolvida. Dá a entender que o Ragnar Tornquist e companhia tentaram abordar demasiada coisa num curto espaço de tempo e … Continuar a ler

The Walking Dead: The Final Season

O melhor: A Telltale finalmente melhorou significativamente o motor de jogo passados tantos anos e o resultado salta à vista pela positiva. O estilo visual está muito mais próximo da graphic novel com os pretos saturados e um look com alto contraste. A história encerra com chave de ouro uma aventura que começou há oito … Continuar a ler

Resident Evil 2 Remake [2019]

O melhor: Os fantásticos visuais que são realmente de cortar a respiração. A forma como a Capcom conseguiu traduzir a jogabilidade do original para uma mentalidade moderna e na 3ª pessoa, eu que prefiro uma perspectiva com fundos estáticos como nos jogos originais estava com um pé atrás. A jogabilidade do jogo original em si … Continuar a ler

ACABEI DE JOGAR… NUM PARÁGRAFO – Part deux

Segunda parte na minhas mini-reviews de jogos antigos e/ou curtos, na minha vã ânsia de limpar o infindável backlog da minha conta do Steam. Tudo jogos que fui jogando e acabando ao longo doss últimos meses e que não tenho o suficiente a escrever para uma review isolada.   Just Cause 3 [2015] Pateta e … Continuar a ler

Kingdom Come: Deliverance [2018]

Com as ocupações da vida e tal, eu normalmente demoro bastante tempo a acabar certos jogos, especialmente aqueles que, como Kingdom Come: Deliverance se estendem para lá das 100 horas, se for para fazer todas as quests. Pois é meus caros, demorei 14 meses para o terminar. Quando um jogo faz parte da nossa vida … Continuar a ler

The Dark Pictures Anthology: Man of Medan [2019]

Em tempos saiu um exclusivo para a PS4 que me despertou o interesse chamado Until Dawn. Basicamente é uma aventura gráfica mas sem puzzles e centrada em escolhas e consequências, tipo um filme interactivo onde temos que fazer escolhas e a história adapta-se a elas. O tipo de jogo em si nem foi o que … Continuar a ler

Return of the Obra Dinn [2018]

Papers Please é um dos melhores jogos independentes de sempre e a prova viva de que uma boa ideia é o suficiente para um jogo se tornar cativante sem recursos a combate ou violência (se bem que até havia combate por lá :D). O seu criador, Lucas Pope tinha então uma tarefa inglória de conceber … Continuar a ler

Thronebreaker: The Witcher Tales [2018]

Quem jogou The Witcher 3: Wild Hunt sabe que Gwent é vida, portanto um jogo que mistura o lore do mundo de Sapkowski, a escrita da CD Projekt Red e Gwent? Count me in! Há um jogo stand alone de Gwent, mas infelizmente ainda não tive a oportunidade de o experimentar, até porque um jogo … Continuar a ler

Shadow of the Tomb Raider [2018]

Como já sabem sou um enorme apreciador de Tomb Raider, mas um crítico dos recentes reboots que, infelizmente, têm demasiados problemas fundamentais para poderem ser considerados como bons Tomb Raider. O reboot de 2013 mostrou bastante potencial, mesmo com muitos problemas na sua estrutura, que davam a entender um futuro centrado precisamente neles. Rise of … Continuar a ler

Everybody’s Gone to the Rapture [2015]

Como sabem sou um grande, grande fã de Dear Esther. É uma das minhas experiências interactivas favoritas e marcou uma mudança nos meus gostos “videojogáveis”. Everybody’s Gone to the Rapture é o seu sucessor espiritual e em quase todos os aspectos é como um Dear Esther 2.0, portanto, mesmo não tendo tido em mim o … Continuar a ler

Assassin’s Creed Unity [2014]

Mais um capitulo na minha odisseia pelos jogos da série Assassin’s Creed, que gosto muito de visitar, mas pouco de os jogar 😀 Digo desde logo que esta Paris é uma das melhores cidade que alguma vez vi num jogo. Uma absoluta obra-prima e uma tremenda façanha, é portanto uma pena e desilusão ver como … Continuar a ler

Acabei de jogar… num parágrafo

Olá amiguinhos! Como já repararam tenho andado afastado aqui do PixelHunt, não tenho tido muito tempo nem grande paciência para escrever. Se ainda vou falando de filmes, em termos de jogos a coisa está ainda mais complicada 😀 Decidi ir ao meu backlog de cenas pendentes a ver se coloco a coisa em dia. Isto … Continuar a ler

The Walking Dead: A New Frontier [2016]

Há uns tempos dei a conhecer os jogos do The Walking Dead à minha namorada que gostou bastante da primeira temporada (que, se bem se recordam, saiu como GOTY 2012 aqui no PixelHunt) passámos o jogo numa noite e, claro, quis descobrir as temporadas seguintes. A 2ª temporada já não lhe causou o mesmo impacto, … Continuar a ler

F1 2017 [2017]

  O F1 2018 acabou de sair à coisa de dias, portanto vou vos falar… da versão do ano passado… yeah… Há uns meses a Codemasters ofereceu o F1 2015, fui buscá-lo porque jogos de borla nunca são demais e experimentei. Já não pegava num F1 da Codemasters desde… deixa ver… F1 2012. Nunca fui … Continuar a ler

Assassin’s Creed Rogue [2014]

A minha inglória caminhada pela série Assassin’s Creed (que lança mais jogos do que o meu tempo livre permite jogar) levou-me ao 6º capitulo da extensa série. Assassin’s Creed Rogue foi das entradas que passaram mais despercebidas por ter sido lançada nas consolas da anterior geração quando as novas já por cá andavam, e no … Continuar a ler

Doom [2016]

Há umas semanas escrevi sobre o reboot da série Wolfenstein de que gostei bastante e mencionei que estava também a jogar o reboot de outro dos pesos pesados da id Software, Doom. Pois bem, terminei-o e aqui estão os meus 5 cents. Muito honestamente, e acho que não estou sozinho no que vou dizer, quando … Continuar a ler

Resident Evil Zero [2002]

Há uns bons anos atrás pus-me a jogar os dois primeiros Resident Evil naquela de se calhar fazer a série toda por ordem, o Resident Evil 2 foi porreiro mas o Resident Evil Remake foi a cereja no topo do bolo, um dos melhores jogos de terror, bom… de sempre. Foi portanto com alguma expectativa … Continuar a ler

Wolfenstein: The New Order [2014]

A id Software e a Bethesda andam numa onde de remakes e reboots dos clássicos first person shooters dos anos 90 e este Wolfenstein: The New Order foi, penso eu, o primeiro. Nunca fui realmente um fã a sério dos Wolfenstein, só tive um PC em 1997, na altura o clássico já tinha 5 anos, … Continuar a ler

Assetto Corsa [2014]

Quem me conhece sabe que sou um apaixonado por desporto motorizado, F1 e por arrasto simuladores hardcore de condução. Assim muito por alto o meu percurso dentro da área é algo tipo Ferrari Grand Prix – Nascar Racing – Grand Prix Legends – Grand Prix 3 – Grand Prix 4 – F1 Challenge 99 – … Continuar a ler