Doom [2016]

Há umas semanas escrevi sobre o reboot da série Wolfenstein de que gostei bastante e mencionei que estava também a jogar o reboot de outro dos pesos pesados da id Software, Doom. Pois bem, terminei-o e aqui estão os meus 5 cents. Muito honestamente, e acho que não estou sozinho no que vou dizer, quando … Continuar a ler

Resident Evil Zero [2002]

Há uns bons anos atrás pus-me a jogar os dois primeiros Resident Evil naquela de se calhar fazer a série toda por ordem, o Resident Evil 2 foi porreiro mas o Resident Evil Remake foi a cereja no topo do bolo, um dos melhores jogos de terror, bom… de sempre. Foi portanto com alguma expectativa … Continuar a ler

Wolfenstein: The New Order [2014]

A id Software e a Bethesda andam numa onde de remakes e reboots dos clássicos first person shooters dos anos 90 e este Wolfenstein: The New Order foi, penso eu, o primeiro. Nunca fui realmente um fã a sério dos Wolfenstein, só tive um PC em 1997, na altura o clássico já tinha 5 anos, … Continuar a ler

Assetto Corsa [2014]

Quem me conhece sabe que sou um apaixonado por desporto motorizado, F1 e por arrasto simuladores hardcore de condução. Assim muito por alto o meu percurso dentro da área é algo tipo Ferrari Grand Prix – Nascar Racing – Grand Prix Legends – Grand Prix 3 – Grand Prix 4 – F1 Challenge 99 – … Continuar a ler

Mad Max [2015]

Posso dizer que gosto, assim tipo… bastante, dos filmes do Mad Max, são do melhor que já foi feito em cinema de pura acção e uma inqualificável inspiração e referência para todo um sub-género popular e artístico que é a ficção cientifica pós-apocalíptica. Muitos filmes e ainda mais jogos copiaram o look, ambiente e atmosfera … Continuar a ler

Assassin’s Creed IV: Black Flag [2013]

No ano passado saiu o 9º (!) Assassin’s Creed, intitulado de Origins (nome tremendamente criativo) portanto decidi jogar… o 6º, sim porque como sabem, ando sempre uns valente anos atrasados nesta coisas. Tenho uma estranha relação com Assassin’s Creed. Se por uma lado não os aprecio muito como jogos, não extraindo qualquer gota de divertimento … Continuar a ler

Kholat [2015]

Três géneros estão de momento na moda, especialmente na onda independente. Os walking simulators, os jogos de terror na primeira pessoa e os de sobrevivência. Muitos são os que tentam o seu lugar ao sol copiando e inspirando-se nas histórias de sucesso, mas poucos são os que tentam abranger os três géneros ao mesmo tempo. … Continuar a ler

Hellblade: Senua’s Sacrifice [2017]

Carregada de determinação, perseverança e tenacidade, Senua desembainha da sua espada pintada num intenso brilho azul, tão azul quanto o seu olhar. À sua frente, mergulhada numa ténue e pestanejante luminosidade, a deusa Hela encontra-se ladeada por figuras negras envoltas numa névoa escura como a noite. Esta música começa a tocar, Senua avança sem hesitação … Continuar a ler

Cuphead [2017]

É um pouco ingrato falar e classificar jogos de géneros que não sou particularmente adepto. Cuphead é um run and gun. Não gosto de run and guns. Portanto, como devem imaginar não sou a pessoa indicada para recomendar, ou não, um jogo destes. Mas vamos ser sinceros, a única razão porque Cuphead ganhou toda a … Continuar a ler

What Remains of Edith Finch [2017]

Já revelei o meu a apreço pelo chamados “walking simulators” por demasiadas vezes, portanto vou-me refrear em fazê-lo de novo neste texto e tentar ser breve. Há alguns anos comprei um bundle para a PS3 por causa do Journey que vinha incluído um jogo chamado The Unfinished Swan que, acertaram, nunca cheguei a jogar. Qual … Continuar a ler

Resident Evil 7: Biohazard [2017]

O nome Resident Evil era uma das maiores instituições durante os anos 90, mas com o passar dos tempos, o nome foi sendo arrastado pela lama com jogos que descaracterizaram a sua essência, spin offs e até os filmes miseráveis do Paul W. Anderson. Depois do fracasso que foi Resident Evil 6 a série parecia vir … Continuar a ler

Banished [2014]

Falei ao de leve sobre Banished to mais recente episódio do Jogar a História referente à Alta Idade Média. Não sou muito de me repetir por isso, basicamente, aqui vai o que disse sobre o city builder medieval: Uma das maiores ideias erradas que as pessoas têm da idade media, que sejamos sinceros foi moldada por … Continuar a ler

The Age of Decadence [2015]

Um dos jogos mais prometedores da ultima década para qualquer fã de RPG hardcore, The Age of Decadence pareceu preso num limbo durante o seu longo, longo processo de desenvolvimento, mas finalmente viu a luz do dia. Pensado por parte de aficionados de RPGs da Black Isle como uma resposta à crescente simplificação e perda … Continuar a ler

Virginia [2016]

Explorando a minha biblioteca no Steam tropecei em Virginia que se bem me lembro gerou grande polarização critica no ano passado. Como adoro “walking simulators” e é curtinho, porque não? Ainda bem que tomei essa decisão porque Virginia valeu bem a pena e foi dos jogos que mais impacto me deu nos últimos tempos (o … Continuar a ler

80 Days [2014]

Sou fã do Jules Verne, li os seus principais livros em adolescente e de certa forma ajudaram a moldar muitos dos interesses que tenho hoje em dia. A Volta ao Mundo em 80 dias é porventura o seu mais conhecido, mas curiosamente não foi dos meus favoritos, de qualquer das formas não pude deixar passar … Continuar a ler

Dreamfall – The Longest Journey [2006]

O Lembram-se? é sobre uma das aventuras mais interessantes e importantes, nem tanto pela sua qualidade ou valores artísticos (que tem) mas por ser um dos jogos que melhor reflecte e personifica toda uma mentalidade e movimento geracional que ocorreu em meados da década passada e que de certa forma ainda se sente hoje em … Continuar a ler

Mount & Blade: Warband [2010]

Há certos jogos que são um pouco cruéis de se analisar, Mount & Blade: Warband é um deles e é por uma série de razões. Este é um jogo virtualmente sem objectivos ou um final palpável que pede ao jogador uma mente aberta e a paciência para ele próprio construir uma jornada e uma narrativa … Continuar a ler

The Witness [2016]

Braid foi provavelmente a primeira grande explosão indie moderna nos idos de 2008 (a par de World of Goo talvez) e foi um dos primeiros exemplos a demonstrar que pequenos developers tinham condições para nos dar experiências artísticas e mecânicas ao nível, ou naquele caso mesmo superiores, dos grandes estúdios. Jonathan Blow levou o seu … Continuar a ler

Oxenfree [2016]

Os jogos quase exclusivamente narrativos têm vindo a sofrer mutações ao longo dos tempos, se antigamente as aventuras gráficas eram rainhas, hoje em dia o espectro tem-se vindo a expandir por diferentes sub-géneros e até em novas formas narrativas distintas. “Walking simulators” têm levantado bem alto o estandarte das narrativas interactivas e têm evoluído a … Continuar a ler

Dark Souls 3 [2016]

Só agora escrevo sobre o meu jogo do ano de 2016? O que é isto? Muito basicamente já tinha parte do texto redigido, mas este foi um jogo que levei o meu tempo e a certo ponto os DLC já estavam tão perto de serem lançados que… esperei. Sou fãzorro de Dark Souls como sabem, … Continuar a ler

Layers of Fear [2016]

Sou um apaixonado pelos denominados “walking simulators” experiências narrativas interactivas que usam a exploração para contar uma história, sem foco na jogalidades mas apenas na descoberta através de narrativa ambiental. É um novo subgénero criado por jogos como Dear Esther e popularizado por títulos como The Vanishing of Ethan Carter, Gone Home, Firewatch ou The … Continuar a ler

Anno 1404 [2009]

Sou um amante da série Anno, em especial da primeira versão, intitulada de Anno 1604 que me fartei de jogar em miúdo, primeiro a demo, que vinha numa qualquer Mega Score e depois o jogo completo, oferecido também por uma revista de jogos. Anno 1404 é a última versão histórica da série antes de se … Continuar a ler

Ryse: Son of Rome [2013]

Há umas semanas comprei uma nova e decente gráfica, e como qualquer pessoa faz nessas alturas, instalei alguns jogos que pudessem puxar por ela. Um jogo que estava perdido lá na minha biblioteca era este Ryse: Son of Rome, a mais recente tentativa da Crytek em fazer um jogo relevante, depois do já longínquo ano … Continuar a ler

Motorsport Manager [2016]

  Os mais atentos deverão ter notado, no meu GOTY 2016, que estava por lá este Motorsport Manager e que não cheguei a escrever nada sobre ele. Decidi adiar este texto por duas razões (para além da preguiça de escrever claro lol). Decidi esperar pela saída do DLC e ver como se iriam safar  no … Continuar a ler

ABZÛ [2016]

A equipa responsável pelo meu vice GOTY de 2012, o maravilhoso Journey, libertou-se das ligações com a Sony e apresentou o seu primeiro projecto independente, ABZÛ. Qual o significado da palavra abzû, não faço ideia. Não se sintam mal por nunca terem ouvido falar de ABZÛ, é normal. Nota-se a falta que a máquina de … Continuar a ler