Return of the Obra Dinn [2018]

Papers Please é um dos melhores jogos independentes de sempre e a prova viva de que uma boa ideia é o suficiente para um jogo se tornar cativante sem recursos a combate ou violência (se bem que até havia combate por lá :D). O seu criador, Lucas Pope tinha então uma tarefa inglória de conceber … Continuar a ler

Thronebreaker: The Witcher Tales [2018]

Quem jogou The Witcher 3: Wild Hunt sabe que Gwent é vida, portanto um jogo que mistura o lore do mundo de Sapkowski, a escrita da CD Projekt Red e Gwent? Count me in! Há um jogo stand alone de Gwent, mas infelizmente ainda não tive a oportunidade de o experimentar, até porque um jogo … Continuar a ler

Shadow of the Tomb Raider [2018]

Como já sabem sou um enorme apreciador de Tomb Raider, mas um crítico dos recentes reboots que, infelizmente, têm demasiados problemas fundamentais para poderem ser considerados como bons Tomb Raider. O reboot de 2013 mostrou bastante potencial, mesmo com muitos problemas na sua estrutura, que davam a entender um futuro centrado precisamente neles. Rise of … Continuar a ler

Everybody’s Gone to the Rapture [2015]

Como sabem sou um grande, grande fã de Dear Esther. É uma das minhas experiências interactivas favoritas e marcou uma mudança nos meus gostos “videojogáveis”. Everybody’s Gone to the Rapture é o seu sucessor espiritual e em quase todos os aspectos é como um Dear Esther 2.0, portanto, mesmo não tendo tido em mim o … Continuar a ler

Assassin’s Creed Unity [2014]

Mais um capitulo na minha odisseia pelos jogos da série Assassin’s Creed, que gosto muito de visitar, mas pouco de os jogar 😀 Digo desde logo que esta Paris é uma das melhores cidade que alguma vez vi num jogo. Uma absoluta obra-prima e uma tremenda façanha, é portanto uma pena e desilusão ver como … Continuar a ler

Acabei de jogar… num parágrafo

Olá amiguinhos! Como já repararam tenho andado afastado aqui do PixelHunt, não tenho tido muito tempo nem grande paciência para escrever. Se ainda vou falando de filmes, em termos de jogos a coisa está ainda mais complicada 😀 Decidi ir ao meu backlog de cenas pendentes a ver se coloco a coisa em dia. Isto … Continuar a ler

The Walking Dead: A New Frontier [2016]

Há uns tempos dei a conhecer os jogos do The Walking Dead à minha namorada que gostou bastante da primeira temporada (que, se bem se recordam, saiu como GOTY 2012 aqui no PixelHunt) passámos o jogo numa noite e, claro, quis descobrir as temporadas seguintes. A 2ª temporada já não lhe causou o mesmo impacto, … Continuar a ler

F1 2017 [2017]

  O F1 2018 acabou de sair à coisa de dias, portanto vou vos falar… da versão do ano passado… yeah… Há uns meses a Codemasters ofereceu o F1 2015, fui buscá-lo porque jogos de borla nunca são demais e experimentei. Já não pegava num F1 da Codemasters desde… deixa ver… F1 2012. Nunca fui … Continuar a ler

Assassin’s Creed Rogue [2014]

A minha inglória caminhada pela série Assassin’s Creed (que lança mais jogos do que o meu tempo livre permite jogar) levou-me ao 6º capitulo da extensa série. Assassin’s Creed Rogue foi das entradas que passaram mais despercebidas por ter sido lançada nas consolas da anterior geração quando as novas já por cá andavam, e no … Continuar a ler

Doom [2016]

Há umas semanas escrevi sobre o reboot da série Wolfenstein de que gostei bastante e mencionei que estava também a jogar o reboot de outro dos pesos pesados da id Software, Doom. Pois bem, terminei-o e aqui estão os meus 5 cents. Muito honestamente, e acho que não estou sozinho no que vou dizer, quando … Continuar a ler

Resident Evil Zero [2002]

Há uns bons anos atrás pus-me a jogar os dois primeiros Resident Evil naquela de se calhar fazer a série toda por ordem, o Resident Evil 2 foi porreiro mas o Resident Evil Remake foi a cereja no topo do bolo, um dos melhores jogos de terror, bom… de sempre. Foi portanto com alguma expectativa … Continuar a ler

Wolfenstein: The New Order [2014]

A id Software e a Bethesda andam numa onde de remakes e reboots dos clássicos first person shooters dos anos 90 e este Wolfenstein: The New Order foi, penso eu, o primeiro. Nunca fui realmente um fã a sério dos Wolfenstein, só tive um PC em 1997, na altura o clássico já tinha 5 anos, … Continuar a ler

Assetto Corsa [2014]

Quem me conhece sabe que sou um apaixonado por desporto motorizado, F1 e por arrasto simuladores hardcore de condução. Assim muito por alto o meu percurso dentro da área é algo tipo Ferrari Grand Prix – Nascar Racing – Grand Prix Legends – Grand Prix 3 – Grand Prix 4 – F1 Challenge 99 – … Continuar a ler

Mad Max [2015]

Posso dizer que gosto, assim tipo… bastante, dos filmes do Mad Max, são do melhor que já foi feito em cinema de pura acção e uma inqualificável inspiração e referência para todo um sub-género popular e artístico que é a ficção cientifica pós-apocalíptica. Muitos filmes e ainda mais jogos copiaram o look, ambiente e atmosfera … Continuar a ler

Assassin’s Creed IV: Black Flag [2013]

No ano passado saiu o 9º (!) Assassin’s Creed, intitulado de Origins (nome tremendamente criativo) portanto decidi jogar… o 6º, sim porque como sabem, ando sempre uns valente anos atrasados nesta coisas. Tenho uma estranha relação com Assassin’s Creed. Se por uma lado não os aprecio muito como jogos, não extraindo qualquer gota de divertimento … Continuar a ler

Kholat [2015]

Três géneros estão de momento na moda, especialmente na onda independente. Os walking simulators, os jogos de terror na primeira pessoa e os de sobrevivência. Muitos são os que tentam o seu lugar ao sol copiando e inspirando-se nas histórias de sucesso, mas poucos são os que tentam abranger os três géneros ao mesmo tempo. … Continuar a ler

Hellblade: Senua’s Sacrifice [2017]

Carregada de determinação, perseverança e tenacidade, Senua desembainha da sua espada pintada num intenso brilho azul, tão azul quanto o seu olhar. À sua frente, mergulhada numa ténue e pestanejante luminosidade, a deusa Hela encontra-se ladeada por figuras negras envoltas numa névoa escura como a noite. Esta música começa a tocar, Senua avança sem hesitação … Continuar a ler

Cuphead [2017]

É um pouco ingrato falar e classificar jogos de géneros que não sou particularmente adepto. Cuphead é um run and gun. Não gosto de run and guns. Portanto, como devem imaginar não sou a pessoa indicada para recomendar, ou não, um jogo destes. Mas vamos ser sinceros, a única razão porque Cuphead ganhou toda a … Continuar a ler

What Remains of Edith Finch [2017]

Já revelei o meu a apreço pelo chamados “walking simulators” por demasiadas vezes, portanto vou-me refrear em fazê-lo de novo neste texto e tentar ser breve. Há alguns anos comprei um bundle para a PS3 por causa do Journey que vinha incluído um jogo chamado The Unfinished Swan que, acertaram, nunca cheguei a jogar. Qual … Continuar a ler

Resident Evil 7: Biohazard [2017]

O nome Resident Evil era uma das maiores instituições durante os anos 90, mas com o passar dos tempos, o nome foi sendo arrastado pela lama com jogos que descaracterizaram a sua essência, spin offs e até os filmes miseráveis do Paul W. Anderson. Depois do fracasso que foi Resident Evil 6 a série parecia vir … Continuar a ler

Banished [2014]

Falei ao de leve sobre Banished to mais recente episódio do Jogar a História referente à Alta Idade Média. Não sou muito de me repetir por isso, basicamente, aqui vai o que disse sobre o city builder medieval: Uma das maiores ideias erradas que as pessoas têm da idade media, que sejamos sinceros foi moldada por … Continuar a ler

The Age of Decadence [2015]

Um dos jogos mais prometedores da ultima década para qualquer fã de RPG hardcore, The Age of Decadence pareceu preso num limbo durante o seu longo, longo processo de desenvolvimento, mas finalmente viu a luz do dia. Pensado por parte de aficionados de RPGs da Black Isle como uma resposta à crescente simplificação e perda … Continuar a ler

Virginia [2016]

Explorando a minha biblioteca no Steam tropecei em Virginia que se bem me lembro gerou grande polarização critica no ano passado. Como adoro “walking simulators” e é curtinho, porque não? Ainda bem que tomei essa decisão porque Virginia valeu bem a pena e foi dos jogos que mais impacto me deu nos últimos tempos (o … Continuar a ler

80 Days [2014]

Sou fã do Jules Verne, li os seus principais livros em adolescente e de certa forma ajudaram a moldar muitos dos interesses que tenho hoje em dia. A Volta ao Mundo em 80 dias é porventura o seu mais conhecido, mas curiosamente não foi dos meus favoritos, de qualquer das formas não pude deixar passar … Continuar a ler

Dreamfall – The Longest Journey [2006]

O Lembram-se? é sobre uma das aventuras mais interessantes e importantes, nem tanto pela sua qualidade ou valores artísticos (que tem) mas por ser um dos jogos que melhor reflecte e personifica toda uma mentalidade e movimento geracional que ocorreu em meados da década passada e que de certa forma ainda se sente hoje em … Continuar a ler